Technology is so evolving in this last times
because your brain alone,
by the rage of the sun and universe,
is evolving faster.
The only way to control human beings is making them
never find the time or space to comprehend that they
are free and self-determinant.
Power is within and in real sociable activity.
If your individual light is clouded by all
that you absorb from internet and television
you'll never be yourself.
Because being comes from inside out
and not the other way around.
sábado, 31 de agosto de 2013
Por um lado o sonho
por outro o mundo e seus infortúnios.
Por um lado o caminho sozinho de mão dáda ao mundo
por outro o caminho acompanhado no mundo.
Por um lado dores espirituais que alcançam céu e cansam chão
por outro dores de cabeça imensas para, sendo mais um, ser-se mais.
Por um lado fim agora para não ter fim jamais
por outro lado continuação de um começo que nunca acabou.
Por um lado pedir perdão a si e ser além do aqui
por outro lado emprestar sofrimento para gerar entendimento.
Por um lado conseguir o nada e viver largado, nunca sentado
por outro lado viver de coisas e ousar as ser só e com alguém.
Por um lado a ignorância de lugar
por outro lado a ignorância de ser.
Por um e outro lado há a vida.
por outro o mundo e seus infortúnios.
Por um lado o caminho sozinho de mão dáda ao mundo
por outro o caminho acompanhado no mundo.
Por um lado dores espirituais que alcançam céu e cansam chão
por outro dores de cabeça imensas para, sendo mais um, ser-se mais.
Por um lado fim agora para não ter fim jamais
por outro lado continuação de um começo que nunca acabou.
Por um lado pedir perdão a si e ser além do aqui
por outro lado emprestar sofrimento para gerar entendimento.
Por um lado conseguir o nada e viver largado, nunca sentado
por outro lado viver de coisas e ousar as ser só e com alguém.
Por um lado a ignorância de lugar
por outro lado a ignorância de ser.
Por um e outro lado há a vida.
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Vivi de anos enfim querendo o passado passado fininho pelo meu estado mental para em conclusão me reverter a mim, só mim. E de passos bem calculados chego hoje a algum lado que não meu terá que o ser porque o escolheu. Que aqui estou e passos mais largos asseguro provisórias certezas de algum lado futuro sendo que o não creio nem o nunca cri. Se me tenho ao lado para quê querer passado ou futuro, coisas longínquas a mim? Que ter dúvidas e as ficar a olhar ganhando elas pesos de prisão no stand virtual de meu coração, mente de Gibraltar, perto de África e tão pouco ela. Assim escolhi o enredo de me ser aqui, concreto e pequeno, grande no alheio a mim que o sei sim sim. Mas de novo vens e esqueço a cultura de uma vida feita em aço e betão, para que seguro um coração que medo há de ter antes de viver... Mas há mais e essa uma maravilha a me assegurar dia e noite. Há amanhã um mais dia e depois desse, um outro que me serei eu já no além de aqui, sabendo-o. Porque não há mais que a individualidade e o chamamento a ser de quem se é já de tão cansado não ser, adiando. Quero conhecer o que o outro sabe de mim e eu tão pouco me sempre disponível estive a tal tormento de ser um outro que não controlo e tu um além de mim, fim? É confuso, eu sei, mas eu sou confuso. Sou-o para atrasar certezas ao movimento dos meus pés e aí ser sem fim, inicio de mim. Mas o sonho é ilusão se dele não se tiver mão. Mão que agarre e controle. A violência feita carinho do destino. Será violência ou antes simples determinação e persistência? Dúvidas todos temos e é o não tê-las que faz a vida ganhar seu brilho imenso que raia por mim, por ti, por todos nós. Ando aí e não me vês. Vezes que te procurei sem encontrar e o que procuro ser descoberto por apenas curiosidade. Não sei. Não sei mas vou e indo acontece que a vida vai surgindo, comendo aqui e ali um sonho meu e defecando certezas mal cheirosas que prendem a alma a um sitio, sentimento que não mais tem lugar se o corpo está a avançar. Por onde colhe o mundo meu enredo? Onde me pisarão os pés se não atento e ao descoberto sentir? Palavras são só palavras meu filho e tu que de realidade te cansas e mais anseias pela criação, ide para teu caminho. Ide sem vergonha ou medo que te espera sempre um enredo. A vida seja mentira ou segredo, prejuízo ou historia, é divina. Só de uma te governas agora, não há de ser então tão assim complicado não... Memória-me então pela estrada da vida, serás tu sem não.
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
There's enough time to think and dream
but no time not to act when It seems.
It's categorical the evolution of a person's life.
"No tomorrow" should be the basics but
there's family, job and friends...
Life is determinant if you compromise.
Compromising should go with the flow of finding earth,
sand or dirt where to put and linger your foot on.
On the skies, mind of tremendous blasphemy and beauty,
not know or find - cause not used to find - that warm and
almost sweet dirt to walk gently and peacefully.
Decisions, may I say, are a task of the almighty for some air ones...
Oh, for the streets didn't taught me to be for I, as one with the others.
They taught me just silent mysteries, inner most beautiful darkness.
But now the sun's changing, people changing, society crumbling
and I to choose a path for, to walk and be.
Forgotten not can I more be.
Treasures only to exist in my head for now on?
So sad is to be fair with reality...
But there is an existence that has to be fulfilled or just humbly executed.
Fall in to this and there is a weight from outside in so ridiculous
that it gets almost funny to exist between earth and sea.
But what am I saying?
There's others along side me. They might not know me
but somehow we can find ourselves knowing each other
by the encounter of our eyes.
That must not be that hard to find.
Beyond me life begins in humble obscurity.
A child's born.
but no time not to act when It seems.
It's categorical the evolution of a person's life.
"No tomorrow" should be the basics but
there's family, job and friends...
Life is determinant if you compromise.
Compromising should go with the flow of finding earth,
sand or dirt where to put and linger your foot on.
On the skies, mind of tremendous blasphemy and beauty,
not know or find - cause not used to find - that warm and
almost sweet dirt to walk gently and peacefully.
Decisions, may I say, are a task of the almighty for some air ones...
Oh, for the streets didn't taught me to be for I, as one with the others.
They taught me just silent mysteries, inner most beautiful darkness.
But now the sun's changing, people changing, society crumbling
and I to choose a path for, to walk and be.
Forgotten not can I more be.
Treasures only to exist in my head for now on?
So sad is to be fair with reality...
But there is an existence that has to be fulfilled or just humbly executed.
Fall in to this and there is a weight from outside in so ridiculous
that it gets almost funny to exist between earth and sea.
But what am I saying?
There's others along side me. They might not know me
but somehow we can find ourselves knowing each other
by the encounter of our eyes.
That must not be that hard to find.
Beyond me life begins in humble obscurity.
A child's born.
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
In the midst of the summer she still dances.
Her body a wild creature and the fumes from her head
boiling steam in his body's skin.
Full front down the highway lies the city brighten by the lights.
Processions pass the street of his window
and tired he shoves the curtains.
While music plays and his body aches
smiling his done with mesmerizing.
Today shall pass for another day to last.
Memories are places to coexist with the present
if the single mind wise enough to disguise it.
The bed to see beyond this terrain world.
Lights itself the cigarette and dreams come out yet:
Bliss.
Her body a wild creature and the fumes from her head
boiling steam in his body's skin.
Full front down the highway lies the city brighten by the lights.
Processions pass the street of his window
and tired he shoves the curtains.
While music plays and his body aches
smiling his done with mesmerizing.
Today shall pass for another day to last.
Memories are places to coexist with the present
if the single mind wise enough to disguise it.
The bed to see beyond this terrain world.
Lights itself the cigarette and dreams come out yet:
Bliss.
domingo, 25 de agosto de 2013
Qual a fase de minha vida se a cada instante a questiono?
Entre pastas de pizzas passo a corrida de minha vida sem saber quem sou.
Problemas económicos, incêndios e guerras do outro lado do mundo
me não dizem nada se o que me falta é o nada.
Sim o nada, para encher de cortesias, sorrisos e serões maravilhosos: vida enfim.
Mas tocando à porta de quem não responde e sugerindo ideias
demais brejeiras para a mente comum, fico-me só.
Entendo pouco de estar só hoje embora, teimoso, o fique.
O mundo globalizado dá pouco comigo.
Tudo espalhado por ele,
corações mil e saudades dúbias, talvez, se presenciadas ao real...
O tempo passa e cansa sabê-lo tanto e tê-lo experenciado, fugindo, desde o começo.
Agora, a fundo, viver a demanda da vida globalizada com esta alma de tartaruga...
Falei baixinho e não me ouviram.
É de falar mais alto então.
Há que existir.
Entre pastas de pizzas passo a corrida de minha vida sem saber quem sou.
Problemas económicos, incêndios e guerras do outro lado do mundo
me não dizem nada se o que me falta é o nada.
Sim o nada, para encher de cortesias, sorrisos e serões maravilhosos: vida enfim.
Mas tocando à porta de quem não responde e sugerindo ideias
demais brejeiras para a mente comum, fico-me só.
Entendo pouco de estar só hoje embora, teimoso, o fique.
O mundo globalizado dá pouco comigo.
Tudo espalhado por ele,
corações mil e saudades dúbias, talvez, se presenciadas ao real...
O tempo passa e cansa sabê-lo tanto e tê-lo experenciado, fugindo, desde o começo.
Agora, a fundo, viver a demanda da vida globalizada com esta alma de tartaruga...
Falei baixinho e não me ouviram.
É de falar mais alto então.
Há que existir.
Um...saltinho aqui, outro acolá e voilá
terra de chão ao coração mais velho do mundo!
Pensaste em mim, pensaste?
Serafim de quem procura!
Ó deusa mansa da maresia ao Castelo pintado de rosa.
Vestes de brinquedo e caducam-te os segredos...
Foram ao alto maior e não se perderam,
as crianças dos tornozelos tortos.
Enquanto as bruxas voam da terra ao céu
e caldeirões ardem de desejos mil,
o fruto perdido é sempre encontrado pelo destemido.
Andar pela calçada portuguesa é deveras algo místico,
então Lisboa, sendo ela, também eu sou, ó mãe dos céus!
Olhei-te de sossego pelo cantinho do medo pois de pétalas
fiz palavras e de flores canções, sons.
Aquém de mim no futuro de medo enfim
e a vida ser um segredo perplexo quando a olho.
Ó mas que enjoo de sonho, fugiu a criança do céu meu
e pelo caminho encontro só donos do passivo e da passiva mente.
Quem pensou eu que era que naquela madrugada encontrada
explodi para a frente corpo, alma, mente.
Ficou quem?
Filho do encontro intelectual ser moribundo forasteiro
ao reencontro da gente, brilhante nova gente!
Cada um a seu qual e assim tudo de bom, tudo de sim.
Sim serafim!
terra de chão ao coração mais velho do mundo!
Pensaste em mim, pensaste?
Serafim de quem procura!
Ó deusa mansa da maresia ao Castelo pintado de rosa.
Vestes de brinquedo e caducam-te os segredos...
Foram ao alto maior e não se perderam,
as crianças dos tornozelos tortos.
Enquanto as bruxas voam da terra ao céu
e caldeirões ardem de desejos mil,
o fruto perdido é sempre encontrado pelo destemido.
Andar pela calçada portuguesa é deveras algo místico,
então Lisboa, sendo ela, também eu sou, ó mãe dos céus!
Olhei-te de sossego pelo cantinho do medo pois de pétalas
fiz palavras e de flores canções, sons.
Aquém de mim no futuro de medo enfim
e a vida ser um segredo perplexo quando a olho.
Ó mas que enjoo de sonho, fugiu a criança do céu meu
e pelo caminho encontro só donos do passivo e da passiva mente.
Quem pensou eu que era que naquela madrugada encontrada
explodi para a frente corpo, alma, mente.
Ficou quem?
Filho do encontro intelectual ser moribundo forasteiro
ao reencontro da gente, brilhante nova gente!
Cada um a seu qual e assim tudo de bom, tudo de sim.
Sim serafim!
sábado, 24 de agosto de 2013
Ontem sozinho noite dentro por fora zarolho do destino
e no quente apreço pela vida enjoei a entrega e me esqueci ao mundo:
fim de tudo.
Com certeza, me encantam o chão pelo que meu andar é doce
e dançando perfuro ancestrais violetas que não são minhas.
Agora sim, entrando pelo saído, encontro enfim sossego.
Mas um sossego não é mais que um sem dó de mistério eterno.
Dá-me amanhã para entender.
e no quente apreço pela vida enjoei a entrega e me esqueci ao mundo:
fim de tudo.
Com certeza, me encantam o chão pelo que meu andar é doce
e dançando perfuro ancestrais violetas que não são minhas.
Agora sim, entrando pelo saído, encontro enfim sossego.
Mas um sossego não é mais que um sem dó de mistério eterno.
Dá-me amanhã para entender.
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Prophecies of my life close to the bones
and forever young being crashed as a mighty nuclear bomb.
As the king watches from the sitting chair world colapsing
in mystère he bounces his heart to knowledge and the
understanding of time being endless.
For the soul is to be brought to presence in human body
and imagination to stay longer on the mind, entertaining.
There's too much out there and he's no longer interested in.
For now flowers are to be darken for the grey reality
to unfold itself by itself.
It has no power, thought creation is all together an evidence
of Nature's impossible flow.
Power is heavy thought knowledge can be not
if you just give yourself to it.
It's windy outside and the mind is disturbed by some unnatural occurrence.
Not know if it's good to be somebody right now.
Might be better not to be and just respect the feelings and propositions
of reality as a has to be of the gods of the present time.
Where am I?
Phantom of a soul logging for understanding
thought this body's culture lifts so many demons as it raises.
No need to alarm and be quiet for some time.
Ride the waves, the waves of lives passing you.
Embrace your center and let it be.
Not so important are you...
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Sad to say but I don't know anyway.
Life's becoming a strange place...
Being tired and lost are not good symptoms.
Loosing the way.
That way that is not mine nor from no one I know of.
A way of bliss that conquers me beyond body.
Becoming alone and without a spiritual home.
Find no space to be, as well as I can be.
Running away seems a good mystery to solve.
But I'm so tired of running away...
Got to find some truth and ground.
I'm loosing it.
Not good.
For the truth speaks in the eyes and our minds.
Follow the stream that doesn't take you anywhere but here.
Find why you're here now.
From there put stakes on where to go, who to love and who to talk through.
Alone is a certainty so you might as well be accompanied.
With who or with what, you'll find out while experiencing it.
Friends and lovers from the past may come your way,
this new away.
Guess there's space for them too.
Trying to find meaning in being vulnerable and scared
of this tenacious world of mind blowing souls.
Lost, for I know where to go
thought I always feel it alone.
There's a mystery in life so sweet that only the ones
who believe in suffering can bear it.
But I believe in life too,
or I guess I do...
Places to go, people to find,
but with this crazy mind...
I need to believe.
But also there are demons outside
that are also angels in disguise.
Just the body and mind to take it as it comes.
Oh God, don't make me die unbirthly I!
There is something that I urge to find since a child,
lonely sweet child of mine.
For to be brave you always need sacrificing something.
Impossible to feel what I feel and yet I feel it
so deep interiorly.
Don't want to hurt nobody that loves me or tries.
Life is not working...
But somehow it has to.
Believe.
Life's becoming a strange place...
Being tired and lost are not good symptoms.
Loosing the way.
That way that is not mine nor from no one I know of.
A way of bliss that conquers me beyond body.
Becoming alone and without a spiritual home.
Find no space to be, as well as I can be.
Running away seems a good mystery to solve.
But I'm so tired of running away...
Got to find some truth and ground.
I'm loosing it.
Not good.
For the truth speaks in the eyes and our minds.
Follow the stream that doesn't take you anywhere but here.
Find why you're here now.
From there put stakes on where to go, who to love and who to talk through.
Alone is a certainty so you might as well be accompanied.
With who or with what, you'll find out while experiencing it.
Friends and lovers from the past may come your way,
this new away.
Guess there's space for them too.
Trying to find meaning in being vulnerable and scared
of this tenacious world of mind blowing souls.
Lost, for I know where to go
thought I always feel it alone.
There's a mystery in life so sweet that only the ones
who believe in suffering can bear it.
But I believe in life too,
or I guess I do...
Places to go, people to find,
but with this crazy mind...
I need to believe.
But also there are demons outside
that are also angels in disguise.
Just the body and mind to take it as it comes.
Oh God, don't make me die unbirthly I!
There is something that I urge to find since a child,
lonely sweet child of mine.
For to be brave you always need sacrificing something.
Impossible to feel what I feel and yet I feel it
so deep interiorly.
Don't want to hurt nobody that loves me or tries.
Life is not working...
But somehow it has to.
Believe.
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Tricotar palavras para enxergar desconjunturas da mente
que aqueçam virtualmente o plano em frente.
Que a arte seja chão onde possamos encontrar o nosso irmão
que nosso sangue não herdou e noutro caminho tropeçou.
Falemos ao alto como doidos, sabendo-nos encarcerados nesta
casa família da humanidade perdida, que se encontra, que se tenta encontrar...
Porque de ar já me sabe o andar.
É de chão que preciso minha irmã mais linda!
De corações sérios que saibam que a alegria quando sabida, perdida.
Deixar andar o furacão da mente sem destino, porque o passo em frente
assegura destino.
Nem destino mas andamento.
Sim, andamento. Pois que de mais precisa um corpo e mente que andamento?
Decisões, as terás sempre.
Só o tempo te poderá responder a elas.
(Está atento ao Tempo.)
De resto alarga-te aos outros e nasce-te noutro compasso
pois de certezas já te largaste todas e só o outro ainda as tem para ti.
São tempos complicados quando assegurados a uma casa ou profissão,
família ou outro senão.
Haverá sempre o espaço da mente até lá.
Mas é lá que deves estar,
é lá que é teu lugar.
Viver na mente não é coisa digna meu filho.
Contempla mas pisa o chão.
que aqueçam virtualmente o plano em frente.
Que a arte seja chão onde possamos encontrar o nosso irmão
que nosso sangue não herdou e noutro caminho tropeçou.
Falemos ao alto como doidos, sabendo-nos encarcerados nesta
casa família da humanidade perdida, que se encontra, que se tenta encontrar...
Porque de ar já me sabe o andar.
É de chão que preciso minha irmã mais linda!
De corações sérios que saibam que a alegria quando sabida, perdida.
Deixar andar o furacão da mente sem destino, porque o passo em frente
assegura destino.
Nem destino mas andamento.
Sim, andamento. Pois que de mais precisa um corpo e mente que andamento?
Decisões, as terás sempre.
Só o tempo te poderá responder a elas.
(Está atento ao Tempo.)
De resto alarga-te aos outros e nasce-te noutro compasso
pois de certezas já te largaste todas e só o outro ainda as tem para ti.
São tempos complicados quando assegurados a uma casa ou profissão,
família ou outro senão.
Haverá sempre o espaço da mente até lá.
Mas é lá que deves estar,
é lá que é teu lugar.
Viver na mente não é coisa digna meu filho.
Contempla mas pisa o chão.
Presente à catarse do sempre
sendo a mórbida liturgia do começo perdido no passado
a génese de uma vida com sentido.
Enegrecidamente vislumbro templos de um segundo
feitos tempo onde dormir para cansar o a seguir.
E depois, quando todos durmam, contemplar
o fogo em seu olhar e-o desmembrar em realidade a assegurar.
Normal mente a seu igual e no pretérito perfeito
ganhar certeza de que há além mesmo que com desdém.
Nosso, teu, meu, também.
Elegias ao vento e o nosso entre tantos sem lugar,
e a pena de quem lembra ser pedra em lugar de coração.
Há demais ilusão. A certeza nasce de uma nação virtual
que nunca pisa o chão deste corpo - voa alto e sem dono.
Porventura pobre, sem destino, rogando aos céus dia novo.
Feito o tempo pergaminho do sonho e meu lugar tão em vão.
Há o Norte à chegada, o sul à entrada e daí para à frente
será apenas o sempre, o nunca, a certeza do nada viva em mente vazia.
Conversas com quem não tem isto mas tem aquilo que além de mim anseio.
Que ao cair encontro sempre que não caio.
Reencontro o cair como um pousio onde se me relembra O não desistir.
Sempre fiquei, agora eu irei.
sendo a mórbida liturgia do começo perdido no passado
a génese de uma vida com sentido.
Enegrecidamente vislumbro templos de um segundo
feitos tempo onde dormir para cansar o a seguir.
E depois, quando todos durmam, contemplar
o fogo em seu olhar e-o desmembrar em realidade a assegurar.
Normal mente a seu igual e no pretérito perfeito
ganhar certeza de que há além mesmo que com desdém.
Nosso, teu, meu, também.
Elegias ao vento e o nosso entre tantos sem lugar,
e a pena de quem lembra ser pedra em lugar de coração.
Há demais ilusão. A certeza nasce de uma nação virtual
que nunca pisa o chão deste corpo - voa alto e sem dono.
Porventura pobre, sem destino, rogando aos céus dia novo.
Feito o tempo pergaminho do sonho e meu lugar tão em vão.
Há o Norte à chegada, o sul à entrada e daí para à frente
será apenas o sempre, o nunca, a certeza do nada viva em mente vazia.
Conversas com quem não tem isto mas tem aquilo que além de mim anseio.
Que ao cair encontro sempre que não caio.
Reencontro o cair como um pousio onde se me relembra O não desistir.
Sempre fiquei, agora eu irei.
domingo, 18 de agosto de 2013
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